Bálsamo Brasileiro de Copaíba Phytoterápica 20 ml

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BÁLSAMO DE COPAÍBA

 

O gênero Copaifera possui 28 espécies catalogadas, das quais 16 são endêmicas do Brasil.  O Bálsamo extraído de seu tronco, é um poderoso remédio muito conhecido pelos índios da Amazônia há mais de 500 anos. Sua eficácia como anti-inflamatório e antibiótico têm sido comprovada por meio de muitas pesquisas ao longo dos anos, bem como sua notável atuação como antisséptico, expectorante, cicatrizante, carminativo, laxativo, diurético, antimicótico, vermifugo e antitumoral. 

Sobre o Bálsamo de Copaíba

 

O nome “cupa-ywa”, significa “árvore de depósito”, em alusão ao bálsamo localizado dentro do tronco. O nome “officinalis” , é traduzido como “do laboratório”, um termo que indica o uso farmacêutico da planta.

O bálsamo de copaíba é extraído diretamente do tronco da copaibeira. Ali é aberto um pequeno orifício, coloca-se um cano e uma garrafa embaixo, onde é recolhida a resina, um líquido límpido que pode variar nas cores amarelo, amarelo-esverdeado, avermelhado, e mesmo de coloração bem escura, dependendo da espécie da qual foi retirado. O líquido dali obtido vai direto para comercialização sem passar por nenhum processo industrial, somente a filtração. As copaibeiras são muito comuns na Amazônia e são consideradas um “milagre da floresta” porque a ela são atribuídas inúmeras propriedades medicinais. A copaibeira leva em média 30 anos para chegar à fase adulta, quando então é possível a retirada do bálsamo. As composições químicas variam de acordo com a espécie, porém todas possuem uma propriedade em comum: são potentes anti-inflamatórios. Além da comprovação popular de seus benefícios, já existem comprovações científicas de sua atividade anti-cancerígena, contra leishmaniose, gastroprotetora, antioxidante, repelente de insetos e antimicrobiana.

Precauções

 

Pode haver sensibilidade aos componentes da resina em alguns casos de intolerância individual. Não é recomendado em casos de úlceras estomacais,  intestinais, e em problemas hepáticos.

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